sexta-feira, 26 de agosto de 2016
Mais uma mulher morre entre tantos outros inocentes na guerra invisível em Porto Alegre. Quem deve ser responsabilizado?
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Ontem cheguei em Porto Alegre a trabalho e aproveitei para visitar meus familiares (tios e primos). A cidade que um dia foi um referencial em muita coisa hoje parece uma sombra do passado e nada tem de alegre. Neste blog procuro falar sobre o que sei fazer e o que sempre foi a minha vida desde menino. O intuito aqui sempre foi falar da praticidade e de um certo tipo de pessoal das sombras que tem um diferencial e vive para proteger a vida das pessoas. Infelizmente, hoje escreverei sobre vidas de inocentes tiradas injustamente por bandidos.
Em Porto Alegre as pessoas falam somente de uma coisa: as morte de inocentes que ocorrem a todo momento. Vidas tiradas por criminosos que antes pensavam um pouco mais e hoje atiram por motivos banais.
Uma mulher, Cristine Fonseca Fagundes, foi morta na frente da filha por um criminoso.
Em menos de 30 dias desta morte, uma profissional da medicina foi porta por um tiro a queima roupa.
Um homem, pai recente e personal trainer foi morto a tiros por outros marginais. E os meus primos e tios continuam me falando sobre esta lista em uma mistura de tristeza, medo, dor e revolta da impunidade.
O que aconteceu com a bonita Porto Alegre, cidade que me acolhia quando eu via de outro estado para ver os meus tios e primos. Tenho antepassados do RS que eram muito orgulhosos de sua Valentia e tudo o mais. O que aconteceu?
Eu acompanho atualidades de todo o Brasil e na minha humildade de eterno estudioso na arte da guerra, fica cada dia mais claro o que aconteceu com Porto Alegre. Vamos colocar os culpados nestes acontecimentos com fatos e dados:
1-O maior culpado destes crimes todo mundo deve saber mas devemos falar: os bandidos. Pode ser branco, negro, oriental. Rico ou pobre. Estudado ou analfabeto. Pouca importa o seu porte, altura ou qualquer outro detalhe. Bandido que comete crime assim sempre vai ser bandido. Sem desculpa.
2- Os magistrados que com muitas teorias absurdas colocam os meliantes de voltas nas ruas. Este animal que matou a mulher na frente da filha foi solto por uma juiza.
3-De jornalistas justiceiros sociais que vivem em utopia. Leio atualidade de muitos lugares e noto que sempre tem um destes de Porto Alegre. Acham que os policiais devem ser punidos por atirarem em criminosos, acham que os policiais brasileiros devem se comportar como os de Zurique ou falar e levar flores para os preso. Este tipo de jornalista opina baseando-se em uma agenda e maquia a realidade para vender e ganhar. Ele ataca o policial e inocenta o bandido. O mundo possui muitos destes, o Brasil ainda muito mais e muitos deles falam com sotaque do RS;
4-De professors de universidades e escolas que compartilham da mesma ideologia dos jornalistas acima. Que lavam a mente de estudantes jovens e invertem os valores da sociedade a longo prazo. O Brasil todo sabe da fama da Universidade Federal do Rio Grande do Sul como antro de uma ideologia que nunca deu certo em nenhum lugar do mundo. E as teorias defendidas por esta gente beiram o absurdo pois fogem da realidade dos fatos:
5- Do povo do RS que a muito tempo vota na mesma turma "revolussaummm" como a Maria dos Bandidos e tantos outros que defendem ditaduras mas afirmam serem da paz protegidos por homens armados. Negam a realidade da guerra em que se encontra o Estado e escondem-se nas cortinas do politicamente correto e pacifismo hippie enquanto o povo a cada dia perde um dos seus entes queridos. O direitos humanos sempre foi isso;
6-Lembram do desaramamento que tirou o direito do porte de arma de muitos? O RS foi um dos maiores defensores do desarmamento. O povo precisa entender que bandido nunca respeita leis e nunca vai comprar arma de modo legal. Ele vai andar armado e entre ele com uma arma e um pacifista com uma flor cantanto "Sampa", o pacifista vai morrer. Bandindo nunca ligou para agenda hippie. Hoje o povo anda sendo eliminado e o bandido sabe que ele vai escapar. Perderam o respeito;
7- Das pessoas de pensamento positivo que odeiam os policiais e acham que boas energias podem salvar o mundo e preferem viver nas bolhas de vidro. Existem em grande quantidade no Brasil e Porto Alegre possui muitos destes. Aonde foi parar a praticidade deste lugar que um dia foi exemplo para o Brasil?
8-Dos governantes do RS e em especial do Sr. Tarso Genro que hoje vive no Rio de Janeiro em um bom apartamento (raiva do capitalismo, sei.....) depois de ter falido o Estado. O governador atual me parece ser um frouxo sem attitude pois a hora de agir com o caos atual era pra ontem.
9-O povo do RS anda sendo doutrinado, drogado ou vivendo em outro planeta pois a filha do Sr. Tarso Genro, a extremista e irracional Luciana Genro LIDERA AS PESQUISAS PARA A PREFEITURA. Luciana apoiou o ditador da Venezuela, um chavista que faliu este lindo lugar, mata opositores e inclusive ataca gays.
Fica claro, uma coisa: embora os culpados sejam os bandidos, o povo do RS e em especial de Porto Alegre tem culpa de muita coisa. Encheram tanto o baldo com lixo do esgoto que agora a coisa explodiu e sobrou para inocentes.
Os governantes devem responder pelo que fazem e no que sempre foi uma das poucas coisas que o Estado deveria interferer (nos manter seguros) mas devemos lember que o povo elege os governantes.
Retorno ao meu estado na Segunda-Feira depois de visitar os meus familiares, comer um churrasco e visitar a cidade com a minha esposa. Mas me manterei seguro pois o Estado aqui nada faz.
Tenho certas habilidades forjadas a ferro e fogo. Rezo para que um vagabundo venha me assaltar e Deus assim proteja a vida de um inocente. Serei preciso mas sairei vivo como sempre fiz. Prefiro ser julgado por 100 do que ser carregado por 2.
Para finalizar, meus sentimentos aos familares dos inocentes. Um cordioso salve aos policiais que andam sendo atacados pela imprensa defensora de bandidos mas mesmo assim protegem o povo pois do povo eles vieram e sabem disso.
Meus amigos do RS, hora de agir e deixar de gritos baseados no passado e bairrismo. Porto Alegre hoje anda triste e se continuar assim vai morrer pois o povo anda muito politicamente correto.
terça-feira, 16 de agosto de 2016
Olimpíadas: Explicando para um militar australiano a guerra invisível existente no Brasil.
Nestas Olimpíadas no Rio de Janeiro tive a oportunidade de conversar com um militar australiano sobre diversos temas aonde tive que responder umas perguntas interessantes e outras estereotipadas. Fiz mais um amigo e talvez o resumo destas respostas seja importante para todos os que se interessam por segurança e defesa. E aqui podemos ver o que diferencia um lugar como o Brasil e a Austrália. Tudo o que falta no Brasil, existe na Austrália. E o interessante é que dizem que a Austrália foi um lugar colonizado pela ralé do Reino Unido. Sendo lenda ou fato, o que importa é que Brasil hoje deveria copiar o modelo australiano em muitas coisas.
Segurança é um assunto que atinge o médico, o agricultor, dentista, pedreiro, engenheiro ou faxineira. Qualquer um pode vir a ser vitima de criminosos. Podemos evitar de ler jornais e tentarmos sermos positivistas ou fingir que aquilo que não vemos não existe (uma fantasia escolhida por alguns que em nada resolve o caso) ou podemos entender o problema, agir e tentar reduzir o crime no Brasil. Não existe outro caminho.
O que é o Brasil hoje falando em crimes?
1- Fora em casos aonde as cidades sejam pequenas e as pessoas possuam serviços, trabalho, saibam agir com respeito e a densidade urbana seja baixa, nas grandes cidades ou em cidades aonde tudo o foi acima citado falta, o Brasil vive uma guerra invisível mas ainda não declarada mas que se faz mais presente no caos do RJ (longe do asfalto). Isto hoje começou a se espalhar para o resto do Brasil. O brasileiro finge que tudo ainda bem enquanto na verdade as coisas não andam tão bem assim.
2- Perda de respeito pelas instituições (como a policia) e a propaganda feita por jornalistas ligados a grupos políticos de esquerda que querem ver estas instituições ainda mais desacreditadas.
3-Relavitismo moral ao lidar com criminosos e em especial os criminosos perigosos:
Falando com este militar australiano ficou clara aqui a diferença. Enquanto sobra objetividade na Austrália, aqui no Brasil o que mais existe é relativista moral tentando defender criminosos com teorias absurdas.
4-A cultura brasileira que defende bandidos desde o tempo de Lampião.
5- Inexistência da cultura da tolerância zero. No Brasil o que mais existe é desculpa para aliviar criminosos.
6- A pobreza e miséria estimuladas pela sociedade brasileira e a mentalidade de "auxílios sociais".
Auxílios sociais podem funcionar a curto prazo mas a longo prazo desperdiçam dinheiro e geram pessoas dependentes do Estado. Isto gera ainda mais pobreza pois nem o Estado e nem as pessoas se tornam competitivas no mercado. O Estado vai falhar em pagar benefícios depois de um certo tempo. O único modo de gerar riqueza REAL PARA TODOS é gerando empregos. Para isso, se faz urgente que mais empresas sejam abertas, que os impostos sejam reduzidos, que os empresários voltem a ser vistos como pessoas que geram riqueza ao invés de serem demonizados por jornalistas ligados a esquerda, que a burocracia seja reduzida e que o Estado deixe de interferir no campo comercial e abra as suas portas a produtos importados. Esta é a formula adotada em nações ricas como Austrália, Noruega e Nova Zelândia.
7- Cultura do trabalho duro antes e planejamento antes, diversão depois.
8-No modelo atual no caso do Brasil é essencial que as pessoas voltem a se armar. Em um mundo perfeito eu gostaria que armas não existissem, porém, este não é o caso. Criminosos matam por um copo de Nescau ou um real. Criminosos andam armados com submetralhadoras, fuzis de assalto e granadas compradas no mercado negro no exterior. O Brasil vive hoje um genocídio aonde um lado mata por nada (os bandidos) e o povo morre sem poder se defender. Devido ao caos de hoje se faz necessário que as pessoas obtenham treinamento e andem armadas.
segunda-feira, 15 de agosto de 2016
Perguntas: tudo o que você precisa saber sobre o BOPE.
Antes de tudo, curtam o Mente de Comandos no Facebook neste link aqui.
Estávamos devendo um artigo sobre o BOPE e os seus excelentes soldados que nos protegem e mantém a segurança nas cidades de marginais de todas as classes sociais, cores e credos (marginais e criminosos nascem de todos os tipos e tamanhos).
Aprendam mais sobre esta excelente unidade de combate.
-Símbolo: uma faca em um crânio sobre garruchas cruzadas. A faca no crânio simboliza a "vitória sobre a morte" e as pistolas são o símbolo da Polícia Militar.
-Tropa de elite policial ou militar?
O BOPE é uma tropa de elite mas por necessidade teve que mudar.
O BOPE originalmente e em teoria é uma unidade policial (cuja missão principal é prender os bandidos e atirando quando preciso) agindo em casos de extremo risco e precisão como é o caso da maioria de unidades similares. Porém, devido a cultura do Brasil, a guerra ainda não declarada mas que se faz presente no caos do RJ e o nível da criminalidade, o BOPE hoje se comporta como uma unidade paramilitar ou militar (focalizando em eliminar o inimigo). O Bope se diferencia de unidades como a S.W.A.T pois as arriscadas tarefas do soldados do BOPE assim exigem. Devido as necessidades dos altos índices de violência promovidos pelo narcotráfico e os seus apoiadores (os que consomem a droga) o BOPE precisou se militarizar e agir como uma unidade de ações de comandos policial.
-Origem:
A ideia de um grupo de policiais que fossem especificamente treinados para atuar em situações de extremo risco surgiu após o trágico desfecho da ocorrência com reféns no Instituto Penal Evaristo de Moraes, em 1974. Na ocasião o diretor do presídio, o Major PM Darcy Bittencourt, que era mantido refém pelos criminosos que tentavam fuga, foi morto juntamente com alguns presos após a intervenção da força policial. Foi criado em 19 de janeiro de 1978, pelo Boletim da Polícia Militar n° 014 da mesma data como Núcleo da Companhia de Operações Especiais (NuCOE), através de um projeto elaborado e apresentado pelo capitão PM Paulo César de Amendola de Souza, que presenciou a crise, ao então comandante-geral da PMERJ, coronel Mário José Sotero de Menezes. Funcionando nas instalações do CFAP-31 de voluntários e subordinado operacionalmente ao chefe do Estado-Maior da PMERJ. O NuCOE funcionava em um acampamento nas dependências do Centro de Formação de Praças (CFAP), em Sulacap, na zona norte do Rio. Eram 12 barracas para cerca de 30 policiais.
Em 1980 passou a ter como símbolo a caveira trespassada por um punhal, ornado por duas garruchas cruzadas.
Pelo Boletim da PM n° 33, de 7 de abril de 1982, por resolução do comandante-geral, o NuCOE passou a funcionar nas instalações do Batalhão de Polícia de Choque, fazendo parte da orgânica daquela unidade e recebendo a designação de Companhia de Operações Especiais (COE).
Em 27 de junho de 1984, através da publicação em Boletim da PM n° 120, a COE passou a ser denominada Núcleo de Companhia Independente de Operações Especiais (NuCIOE), funcionando nas instalações físicas do Regimento Marechal Caetano de Farias, ficando subordinado apenas administrativamente ao BPChq, retornando sua subordinação operacional ao chefe do EMG.
Pelo decreto-lei n° 11.094 de 23 de março de 1988, foi criada a Companhia Independente de Operações Especiais (CIOE), com suas missões próprias em todo o Estado do Rio de Janeiro, que seriam determinadas pelo comandante-geral. Nesse mesmo ano, ocorreu o seu batismo de fogo para operações em favelas, quando foram chamados para resolver uma guerra para controle de bocas de fumo na Rocinha.
Finalmente, pelo decreto n° 16.374 de 1 de março de 1991, deu-se a criação do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), ficando extinto a CIOE.
Treinamento
Para ingressar no BOPE, o candidato deve ser policial militar da PMERJ há pelo menos dois anos, possuir excelente condicionamento físico, assim como ser aprovado nas avaliações física, médica e psicológica. O policial do BOPE tem uma carga diária de mais de três horas de preparo físico, além de fazer treinamentos específicos de três dias (como ações na montanha ou em helicópteros) uma vez por mês. Após ser convidado, são oferecidas duas modalidades de curso, para as duas atribuições da unidade.
Curso de Operações Especiais (COEsp), com duração de seis meses, visando preparar o policial para intervenções em áreas de conflito e ao resgate de reféns. Quem passa nesse curso é conhecido como "Caveira". É o curso oferecido para oficiais.
Curso de Ações Táticas (CAT), com duração de cinco semanas (45 dias) e mais de 340 horas de instrução, que é uma síntese do curso de operações especiais. Quem passa nesse curso é conhecido como "Raio". É o curso oferecido para soldados.
COEsp
No COEsp, o treinamento pode incluir sessões de afogamento e choques elétricos, noites inteiras de imersão na água gelada de um rio e o golpe conhecido como "telefone", que por duas vezes já causou penetração nos tímpanos. Nele, o soldado ganha experiência em operações de alto risco em favelas, selvas ou em regiões montanhosas. O aluno dorme e alimenta-se muito pouco e é submetido a situações extenuantes, aprendendo a controlar melhor sua agressividade. Misturam-se instruções de atirador de elite (sniper), emboscada, defesa pessoal, conduta de patrulha, montanhismo, sobrevivência no mar, primeiros socorros, armamento, situações com reféns e diversas outras situações de risco. Apenas 20% dos que entram nesse curso vão até o fim.
Suas aulas teóricas incluem, desde 2010, entender as aspirações políticas dos grupos terroristas, suas maneiras de agir e como identificar seus integrantes e instrumentos de ataque e estudar a origem e história destes.
-O que achamos? O BOPE é envolvido em controvérsias e embora tenha algumas falhas DEVE SER RESPEITADO POIS é uma das poucas coisas que protegem o povo dos criminosos no Brasil cada vez mais violento. Provavelmente mais de 90% das pessoas sabem que neste nosso dia-a-dia os crimes se tornam cada vez mais selvagens e tais pessoas gostariam de viver em paz, sem precisar de usar de grito, tiro e bomba. Porém, traficantes, criminosos e psicopatas aliados ao relativismo moral da nossa cultura e aos direitos humanos (que faz um bom tempo viraram um grupo ligado a agenda de esquerda) fizeram pesar a balança para o lado do mal e isto gerou a nossa sociedade hoje: uma mentira que vive de fantasia enquanto o mundo mergulha do caos da guerra irregular e caminha a passos largos rumo a uma sociedade selvagem e inimiga de tudo o que é civilizado. Neste lugar, o BOPE foi forjado e se faz necessário.
Canção do BOPE
-Origem:
A ideia de um grupo de policiais que fossem especificamente treinados para atuar em situações de extremo risco surgiu após o trágico desfecho da ocorrência com reféns no Instituto Penal Evaristo de Moraes, em 1974. Na ocasião o diretor do presídio, o Major PM Darcy Bittencourt, que era mantido refém pelos criminosos que tentavam fuga, foi morto juntamente com alguns presos após a intervenção da força policial. Foi criado em 19 de janeiro de 1978, pelo Boletim da Polícia Militar n° 014 da mesma data como Núcleo da Companhia de Operações Especiais (NuCOE), através de um projeto elaborado e apresentado pelo capitão PM Paulo César de Amendola de Souza, que presenciou a crise, ao então comandante-geral da PMERJ, coronel Mário José Sotero de Menezes. Funcionando nas instalações do CFAP-31 de voluntários e subordinado operacionalmente ao chefe do Estado-Maior da PMERJ. O NuCOE funcionava em um acampamento nas dependências do Centro de Formação de Praças (CFAP), em Sulacap, na zona norte do Rio. Eram 12 barracas para cerca de 30 policiais.
Em 1980 passou a ter como símbolo a caveira trespassada por um punhal, ornado por duas garruchas cruzadas.
Pelo Boletim da PM n° 33, de 7 de abril de 1982, por resolução do comandante-geral, o NuCOE passou a funcionar nas instalações do Batalhão de Polícia de Choque, fazendo parte da orgânica daquela unidade e recebendo a designação de Companhia de Operações Especiais (COE).
Em 27 de junho de 1984, através da publicação em Boletim da PM n° 120, a COE passou a ser denominada Núcleo de Companhia Independente de Operações Especiais (NuCIOE), funcionando nas instalações físicas do Regimento Marechal Caetano de Farias, ficando subordinado apenas administrativamente ao BPChq, retornando sua subordinação operacional ao chefe do EMG.
Pelo decreto-lei n° 11.094 de 23 de março de 1988, foi criada a Companhia Independente de Operações Especiais (CIOE), com suas missões próprias em todo o Estado do Rio de Janeiro, que seriam determinadas pelo comandante-geral. Nesse mesmo ano, ocorreu o seu batismo de fogo para operações em favelas, quando foram chamados para resolver uma guerra para controle de bocas de fumo na Rocinha.
Finalmente, pelo decreto n° 16.374 de 1 de março de 1991, deu-se a criação do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), ficando extinto a CIOE.
Treinamento
Para ingressar no BOPE, o candidato deve ser policial militar da PMERJ há pelo menos dois anos, possuir excelente condicionamento físico, assim como ser aprovado nas avaliações física, médica e psicológica. O policial do BOPE tem uma carga diária de mais de três horas de preparo físico, além de fazer treinamentos específicos de três dias (como ações na montanha ou em helicópteros) uma vez por mês. Após ser convidado, são oferecidas duas modalidades de curso, para as duas atribuições da unidade.
Curso de Operações Especiais (COEsp), com duração de seis meses, visando preparar o policial para intervenções em áreas de conflito e ao resgate de reféns. Quem passa nesse curso é conhecido como "Caveira". É o curso oferecido para oficiais.
Curso de Ações Táticas (CAT), com duração de cinco semanas (45 dias) e mais de 340 horas de instrução, que é uma síntese do curso de operações especiais. Quem passa nesse curso é conhecido como "Raio". É o curso oferecido para soldados.
COEsp
No COEsp, o treinamento pode incluir sessões de afogamento e choques elétricos, noites inteiras de imersão na água gelada de um rio e o golpe conhecido como "telefone", que por duas vezes já causou penetração nos tímpanos. Nele, o soldado ganha experiência em operações de alto risco em favelas, selvas ou em regiões montanhosas. O aluno dorme e alimenta-se muito pouco e é submetido a situações extenuantes, aprendendo a controlar melhor sua agressividade. Misturam-se instruções de atirador de elite (sniper), emboscada, defesa pessoal, conduta de patrulha, montanhismo, sobrevivência no mar, primeiros socorros, armamento, situações com reféns e diversas outras situações de risco. Apenas 20% dos que entram nesse curso vão até o fim.
Suas aulas teóricas incluem, desde 2010, entender as aspirações políticas dos grupos terroristas, suas maneiras de agir e como identificar seus integrantes e instrumentos de ataque e estudar a origem e história destes.
Cada aspirante ao BOPE dá uma média de 2500 tiros no curso
preparatório, aprende-se a usar 12 tipos diferentes de armas e seus
atiradores de elite são capazes de acertar uma moeda de 5 centavos a uma
distância de 100 metros.
Uma pesquisa acadêmica revelou que, com o COEsp, os soldados da tropa
ganham a capacidade de exercer diversas funções simultâneas, diferente
de outras pessoas, desenvolvendo, entre outras coisas, percepção,
raciocínio rápido, e capacidade de tomar decisões em situações extremas.
Tudo sem perder o controle emocional.
Suas primeiras instruções são sobre direitos humanos, comunicação com o público e linguagem corporal, incluindo protocolos da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre como tratar a população civil e palestras de profissionais das áreas de direito, sociologia e psicologia.
O COEsp surgiu no 2º semestre de 1978, ainda no primeiro ano NuCOE,
sendo instruído por forças especiais do Exército. O curso tem como objetivo "habilitar
oficiais e praças graduados para a execução de missões especiais, bem
como a manutenção do estado físico e atualização de conhecimentos
especializados necessários ao bom desempenho em quaisquer missões
especiais, com ênfase aos treinamentos visando ações em áreas urbanas",
nas palavras do site oficial.
-O que achamos? O BOPE é envolvido em controvérsias e embora tenha algumas falhas DEVE SER RESPEITADO POIS é uma das poucas coisas que protegem o povo dos criminosos no Brasil cada vez mais violento. Provavelmente mais de 90% das pessoas sabem que neste nosso dia-a-dia os crimes se tornam cada vez mais selvagens e tais pessoas gostariam de viver em paz, sem precisar de usar de grito, tiro e bomba. Porém, traficantes, criminosos e psicopatas aliados ao relativismo moral da nossa cultura e aos direitos humanos (que faz um bom tempo viraram um grupo ligado a agenda de esquerda) fizeram pesar a balança para o lado do mal e isto gerou a nossa sociedade hoje: uma mentira que vive de fantasia enquanto o mundo mergulha do caos da guerra irregular e caminha a passos largos rumo a uma sociedade selvagem e inimiga de tudo o que é civilizado. Neste lugar, o BOPE foi forjado e se faz necessário.
Canção do BOPE
Letra: Major PM Paulo Cesar Amêndola de Souza
- Lealdade, destemor, integridade
- Serão os primeiros lemas
- Desta equipe sempre pronta a combater
- Toda a criminalidade
- A qualquer hora, a qualquer preço
- Idealismo como marca de vitória.
- Com extrema energia, combatemos todos
- Os nossos inimigos
- Criminosos declarados em igualdade
- Derrotamos os omissos
- Guerra sem trégua heróis anônimos
- Operações especiais.
segunda-feira, 25 de julho de 2016
Crime, segurança e defesa: O que as forças armadas convencionais do Brasil (em geral) e o povo ainda não entendem
Muitas vezes vejo pessoas afirmando (civis e militares convencionais) que "qualquer bandido tem que ser morto" ou pedem forças armadas para dar segurança ao povo. Outros acham que tudo se resolve na bala como é o dito popular.
Embora possamos entender tais afirmações frutos de uma revolta contra a incapacidade de se administrar a segurança e proteger o povo de bandidos, a coisa passa longe de ser simples. Tais pessoas pensam como militares convencionais e incapazes de verem as artimanhas da guerra irregula, algo que os traficantes do RJ fazem pois assim aprenderam com os terroristas no nascimento do Comando Vermelho.
Primeiro, as forças armadas não tem o dever de serem usadas como forças de policiamento. Elas servem para outra função quer o popular queira ou não.Claro, as forças armadas podem ser usadas para fortalecer o trabalho da policia e como backup (O Reino Unido fez isso na Irlanda do Norte) quando o crime ou terrorismo afetarem a soberania nacional. Tudo isso depende do momento e é uma decisão séria que deve ser pensada.
Resumindo, podem e tem capacidade mas nem sempre devem.
Agora para civis e militares que acham que "tem que matar qualquer bandido" ou que tudo se resolve na bala.
Ninguém com uma mente sadia deve achar que um ladrão de galinhas ou um litro de leite merece a mesma punição que um corrupto, traficante ou psicopata. Quem pensa assim faz um desserviço para quem trabalha ou estuda sobre segurança e defesa. Sugerimos que procure terapia ou acalme-se antes de debater um assunto assim sério.
Para finalizar, antes de punir alguém e em especial sobre abater um inimigo, provas devem ser coletadas e o reconhecimento do objetivo/ alvo devem ser feitos do melhor modo possível. Eliminar um inocente ou usar de força desmedida como certos leigos e imbecis pregam pode vir a gerar problemas. Nesta guerra de propaganda e mentiras aonde terroristas e traficantes usam de guerra irregular, as forças armadas não podem usar uma mentalidade antiga como busca e destruição sem controle.
Tanto para policiais como forças militares convencionais fica um conselho: usem unidades especiais de reconhecimento. Aprendam com o SAS.
Infelizmente alguns (minoria) de militares da ativa e reserva ainda acham que fazer flexão de braço, canguru e fazer incursões desenfreadas geram bons resultados. Caros, deve-se estudar a guerra não convencional (ou guerra irregular) para se obter a vitória. Criminosos do Brasil que hoje beiram ao terrorismo usam da guerra irregular. Os mesmos que nos governam (como Dilma) usaram e abusaram deste truque no passado mas infelizmente algumas pessoas ainda não aprenderam.
Estudem e leiam sobre isso. Deixamos como dica qualquer livro que fale sobre os soldados do SAS - Serviço Aéreo Especial.
quinta-feira, 18 de junho de 2015
Porque na vida real os soldados de forças especiais e comandos estilo Rambo não existem.
O cinema muitas vezes
possui como chamada atores que interpretam soldados de forças especiais e
comandos. Embora isto seja mais comum no cinema norte-americano com a chamada
para soldados de forças especiais e comandos do Tio Sam, soldados de elite da
França, Inglaterra, Alemanha e outros lugares também tiveram aventuras contadas
na grande tela com o povo aplaudindo os seus representantes neste campo.
No Brasil isto ainda é
raridade. Provavelmente isto se deva a raiva do governo contra os militares por
um turbulento passado que envolveu o regime militar em época de guerra fria e
terroristas que hoje viraram nossos governantes. Os intelectuais brasileiros
também possuem um certa raiva dos militares e moldam seus seguidores para
odiarem militares. E isto se perpetua com o passar dos anos. Ao mesmo tempo, os
militares brasileiros mais se preocupam com aposentadoria e outras coisas que em
serem operacionais embora possuamos excelentes unidades e soldados.
Mas alguém vai falar:
O BOPE foi tema de cinema no Brasil. Embora não seja uma unidade militar
e sim policial mas que atua de modo mais duro no Rio de Janeiro visto o
contexto de guerra urbana e terrorismo no local, o BOPE também foi alvo de amor
por alguns e desprezo por outros. E isto mostra um pouco do povo brasileiro que
talvez tenha na sua cultura o culto ao banditismo embora alguns policiais ou
militares também possam agir com tal. Nosso culto aos militares muito difere
dos EUA, Inglaterra, França ou Alemanha. Ainda enxergamos militares como
concurseiros ( e uns se comportam como tal) ou ainda vivemos no trauma do
passado de 40 anos passados que nossos intelectuais como Chico Buarque e
Caetano amam nos fazer lembrar.
Mas quer seja no
cinema brasileiro ou no cinema norte-americano, a imagem de um soldado de elite
lembra um personagem como o Rambo. Musculatura definida, uma certa altura e o
visual de atleta de fisiculturismo ficaram na mente do povo leigo que assim
imagina um soldado de forças especiais ou comando.
Embora isso possa
acontecer em alguns casos dependendo da especialidade do militar, da sua
unidade e também da cultura do lugar aonde ele opere, a grande verdade é que o
soldado de forças especiais possui um porte médio e a sua musculatura esteja
longe de lembrar um comando como interpretado por Arnold ou aquele do filme
Rambo.
Motivos? Alguns deles:
-Para os músculos se desenvolverem como os de um fisiculturista o treinamento deve ser baseado em levantamento de peso. Em geral atividades de forças especiais tem pouco a ver com levantamento de peso. Na maioria das vezes a capacidade de realizar longas marchas carregando fardos pesados de 30 quilos ou mais é o que importa para completar a missão. Nos fardos o militar carrega munição, armamentos, suprimentos e uma coisa ou outra para o conforto além de algum equipamento especifico para a missão. Muitas vezes deve fazer isso dentro de um tempo determinado. A capacidade física para fazer isso em missões reais é mais importante que mostrar músculos do tipo "bombado". Isto pode variar de unidade para unidade mas este é a regra geral.
-Soldados de forças especiais dormem pouco. Muitas vezes a noite é a melhor amiga do combatente. Porém, a falta de sono constante pode causar catabolismo. Ou seja, o soldado perde músculos devido a falta de descanso apropriado em virtude da missão. Fisiculturistas por outro lado dormem muito para geral anabolismo e desenvolverem os seus músculos.
-Nutrição.
Fisiculturistas aliam o sono, o treinamento de cargas e suplementos para
obterem corpos grandes. Os soldados de forças especiais e comandos muitas vezes
priorizam carregar armas e equipamentos que cumpram com o objetivo do seu
trabalho ao invés de carregar comida. Geralmente o estoque de alimentos no
fardo militar é limitado. A dieta tem como regras ser a mais nutritiva dentro
do que é permitido mas nunca vai ser prioridade como é para um fisiculturista.
O soldado de forças especiais e comandos deve se adaptar ao ambiente sem se apegar a detalhes menores como conforto que possam atrapalhar o seu trabalho. Nestes casos a dieta nem sempre é a ideal. Por outro lado quando retorna ao quartel tem (ou deveria ter) uma melhor dieta para recuperar o corpo do desgaste durante a fase operacional.
Durante o treinamento todos estes fatores são explorados para fazer o candidato desistir mas também para mostrar como é a realidade durante operações. Durante missões reais muitas vezes pode-se ter um certo conforto durante curto períodos de tempo.
sábado, 18 de agosto de 2012
Preparação e seleção física de diversos soldados de elite ao redor do mundo.
Um verdadeiro soldado de elite deve ser em primeiro lugar inteligente o bastante para a sua função. Tais soldados muitas vezes devem atuar em diversos ambientes e para isso usam aparelhos com tecnologia avançada,devem falar outros idiomas, saber sobre a natureza, possuírem boa habilidade manual ao manusear diferentes equipamentos, devem saber ler mapas, calcular,terem empatia, saberem se relacionar e ter uma força psicológica também desenvolvida etc.De nada serve um bruto lunático, atirando e causando baixas entre povos amigos. A verdade difere da fantasia.
Ao mesmo tempo, tais soldados devem ser verdadeiros atletas de elite, com habilidade motoras superiores as pessoas normais e aonde muitos homem irão desistir por terem o corpo ou a mente não fortes o bastante.
Aqui iremos falar sobre os testes de algumas das melhores unidades de elite do mundo, popularmente conhecidos pelos acrônimos TAF/EAF (teste ou exame de aptidão física em português brasileiro) ou em inglês CFT (Combat Fitness Test)/BFT(Battle Fitness Test) e Personal Fitness Test (PFT), sendo que estes diferenciam-se um do outro.
Serviço Aéreo Especial-Reino Unido
1-Requisito base- Boa nota no Personal Fitness Test (PFT), teste base de exercício físico do exército do Reino Unido(veja o teste aqui) que inclui pesos,flexão de braço,etc.
2- Boa nota no Combat Fitness Test (CFT). Tal teste mais funcional inclui uma marcha em passo acelerado aonde o tempo deve ser de 15 min por milha (1,60 km) carregando todo o equipamento incluindo armamento, o fuzil standard SA80.O percurso varia conforme a unidade mas varia de 6/ 8 milhas carregando o equipamento que varia de 15kg /25kg dependendo a unidade.Na seleção para o SAS o teste base é o da infantaria.(saiba mais aqui)
-Fan Dance. Essa é a real prova para os candidatos que passaram a fase inicial que é realizada duas vezes ao ano,no inverno e verão.A Fan Dance é um teste de fitness e navegação nas montanhas sendo usado como o principal processo para a escolha dos candidatos. Carregando uma mochila de 18 kg, um fuzil (5 kg) e uma garrafa de água o candidato deve percorrer 24 km em determinado tempo usando cartografia e navegação como guia.
-Long Drag.Se não eliminado o candidato realiza uma outra marcha de 64 km carregando agora 25 kg (não incluindo comida, água e rifle) e eles devem concluir o percurso em menos de vinte horas. Os candidatos são proibidos de usar trilhas estabelecidas e toda a navegação deve ser realizada por mapa, bússola e referências memorizadas.
Depois de aprovado na seleção o candidato realiza a fase de adestramento base,adestramento na selva (fase II) e resistência a interrogatórios e sobrevivência (fase III). O candidato pode ser eliminado a qualquer momento e mesmo depois de aceito pode ser eliminado no prazo de um ano.Se selecionado continua em treinamento para alguma área em particular mantendo-se constantemente atualizado. Aproveitamento de 20 em cada 200 candidatos.
A seleção dos candidatos do Special Boat Section (SBS) e Pathfinder (precurso paraquedista) do Exército do Reino Unido é similar,tendo a Fan Dance como fator decisivo para o candidato.
Grupo de mergulhadore de combate(GRUMEC)-Brasil
CORRIDA
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SUBIDA NO CABO
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AGACHAMENTO
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BARRA
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NOTA
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2.800m
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4m
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90
|
8
|
6,0
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2.900m
|
5m
|
100
|
10
|
7,0
|
3.000m
|
6m
|
110
|
12
|
8,0
|
3.100m
|
7m
|
120
|
14
|
9,0
|
3.200m
|
8m
|
130
|
16
|
10,0
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ABDOMINAL
|
FLEXÃO
|
NATAÇÃO
|
NOTA
|
46
|
35
|
01min 55seg
|
6,0
|
50
|
45
|
01min 45seg
|
7,0
|
54
|
55
|
01min 35seg
|
8,0
|
58
|
65
|
01min 25seg
|
9,0
|
62
|
75
|
01min 15seg
|
10,0
|
a) Corrida:Consiste em correr a maior distância possível no intervalo de tempo de 12 minutos, em circuito pré-determinado e demarcado.Os candidatos, antes de iniciar a corrida, serão ser instruídos sobre o percurso, de modo a não invalidar o teste pela inobservância do trajeto.
b) Subida no cabo.Este teste consiste em subir no cabo, preso verticalmente, utilizando somente os braços. O resultado obtido será definido pela altura máxima atingida pela marca ultrapassada por ambas as mãos ou aquela em que o candidato buscou o auxílio das pernas, recebendo o número de pontos indicado na tabela.
c) Agachamento.Partindo da posição inicial em pé, mãos na cintura e pés ligeiramente afastados, o candidato deverá flexionar as pernas, com o corpo ereto e voltado para frente e retornar à posição inicial. A contagem se faz a cada retorno do candidato à posição inicial. A pontuação obtida será de acordo com a tabela e corresponderá ao número de movimentos executados no período de dois (2) minutos.
d) Barra.As flexões na barra serão realizadas com as palmas das mãos voltadas para frente (pronação). O exercício consiste em içar verticalmente o corpo, suspenso em uma barra horizontal, até que o queixo ultrapasse a altura da barra e são contadas entre a distensão total dos braços e sua flexão até que o queixo a atinja. Para alcançar a barra o militar poderá utilizar qualquer meio, todavia, o impulso não deve ser empregado para contar a primeira flexão na barra.
e) Abdominal.O exercício consiste em flexionar o tronco até que os cotovelos toquem nas coxas, partindo da posição decúbito dorsal, com os braços cruzados sobre o peito, joelhos unidos, pernas dobradas e apoiadas no chão com ajuda de um auxiliar. A contagem se faz a cada retorno do candidato à posição inicial. A pontuação obtida será de acordo com a tabela e corresponderá ao número de movimentos executados no período de dois (2) minutos.
f) Flexão.O teste tem início com o candidato apoiado de frente sobre o solo, com as mãos espalmadas, os braços, o abdome e as pernas distendidas e unidas, cabeça erguida e olhando para o horizonte, flexionando os braços e retornando à posição inicial, distendendo-os completamente. Durante o desenrolar do exercício poderá ser efetuada uma única parada, na posição inicial. A pontuação será de acordo com a tabela.
g) Natação 100 mts.Consiste em realizar um percurso de 100 metros no menor tempo possível, empregando qualquer estilo de natação, com exceção do conhecido como “cachorrinho”. O teste deverá ser realizado preferencialmente em piscina. Caso o percurso seja realizado no mar, o teste será aplicado, no máximo, a dois candidatos simultaneamente, devendo estar disponíveis os meios materiais e pessoal necessário a uma eventual prestação de socorro. Não será permitido o uso de qualquer acessório (nadadeira, colete, etc.), não podendo o candidato agarrar-se a bóias ou embarcações, sob pena de reprovação. A escolha do local e da hora do teste deverá ser condicionada às condições de segurança, de modo a garantir a ausência de trânsito de embarcações estranhas, possibilitar o pronto atendimento em caso de socorro e evitar fatores de risco, como fortes correntes. A pontuação será distribuída de acordo com a tabela.
Navy Seals-Forças especiais da marinha dos EUA
PTF base
Navy Seals-Forças especiais da marinha dos EUA
PTF base
Mínimo
|
Média
|
Bom
| |
Nado 500 jardas(peito ou nado de lado)10 min de descanso segue para flexões
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12:30
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10:00
|
9:30
|
Flexões de braço(max em 2 min,2 min de descanso segue abdominais
|
42
|
79
|
100
|
Abdominais(max em 2 min,segue para barra fixa)
|
50
|
79
|
100
|
Barra fixa(max sem tempo,10 min descanso segue corrida)
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06
|
11
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25
|
Corrida 1.5 milha(feita com calçados leves)
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11:00
|
10:20
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09:30
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Legião estrangeira francesa(teste base Luc-leger navette" (yoyo)
-Corrida: alternando 20 m em 1 min e 20 m em 2 min.Mínimo 7 palier sendo que 1 palier é igual a correr 20 durante 6 vezes.
-Barras: min 4;
-Corda: subir uma corda de 5 metros com os braços ou com os braços e pernas;
-Abdominais: min 40.
Lembrar que o mínimo nem sempre é competitivo e bom o bastante para ser aceito.
Comandos brasileiros- Exército brasileiro.
-Corrida de 8 km:39 minutos.
-Barra:varia
-Flexão de braço:varia
-Abdominais:varia
-Corda:escalar uma corda de 4 metros com fardamento,sem equipamento e desarmado sem utilizar as pernas;
-Natação de 400 metros de fardamento sem equipamento e desarmado;
-Nado submerso:15 metros com fardamento,sem equipamento e desarmado;
-Pista de pentatlo militar(PPM)usando fardamento e calçado leve;
-Flutuação:15 fardado com coturno,desarmado e sem equipamento;
-Marcha de 16 km em 2h 45 min.Fardado com todo equipamento e com a mochila pesando 15 kg durante todo o trajeto.
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